Daniel Goleman: o pai da inteligência emocional

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Daniel Goleman: o pai da inteligência emocional

Está sem tempo de ler agora? Que tal ouvir o artigo? Experimente no player abaixo!

daniel goleman

A evolução profissional — e também a pessoal — está amplamente condicionada à capacidade de uma pessoa em desenvolver a sua inteligência emocional. E é impossível falar sobre o assunto sem citar Daniel Goleman, considerado o “pai” da Inteligência Emocional.

Afinal de contas, todos os desdobramentos sobre o assunto e as questões que contribuem para o aperfeiçoamento de um indivíduo estão associados ao trabalho de Daniel Goleman.

Por isso, confira conosco o que o renomado psicólogo, jornalista e autor de best-sellers fez — e ainda faz — em nome da inteligência emocional e qual foi o seu impacto até o momento!

Quem é Daniel Goleman?

O autor do Best-seller Inteligência Emocional — lançado em 1995 — percorreu quase meio século de vida antes de levá-lo ao público. Mais precisamente, 49 anos.

Nascido em março de 1946, na cidade californiana de Stockton, Goleman cresceu sob a tutela dos pais — ambos professores universitários — e não muito longe da sombra deles.

Isso porque ele se formou na Amherst College e, em seguida, na Universidade da Califórnia. E passou também pela Universidade de Harvard, onde lecionou e adquiriu o seu PhD.

A construção da carreira de Daniel Goleman

Antes de empreender nos benefícios e consequências em trabalhar a inteligência emocional, Daniel Goleman atuou por mais de uma década no New York Times — um dos jornais de maior circulação nos Estados Unidos.

Lá, ele ficou à frente da seção de Ciências (mais especificamente, do comportamento humano e das reações do cérebro — percebe um padrão, aqui, do que estaria por vir?). Nesse período, foi agraciado com duas indicações ao prêmio Pulitzer, um dos mais cobiçados do país.

Em seguida, passou a promover palestras e dedicou-se à elaboração de livros, uma transição lenta e gradativa, dentro de um contexto de cumprimento de metas pessoais e profissionais, que o galgou entre as personalidades mais versáteis da atualidade.

Obras relevantes de Daniel Goleman

Em 1995, Daniel Goleman já colecionava prestígio no meio acadêmico. Só que o estrondo em sua carreira aconteceu após o lançamento do best-seller “Inteligência Emocional”.

A obra foi traduzida em 40 idiomas e possuem mais de 5 milhões  de cópias espalhadas ao redor do mundo — dessas, cerca de 400 mil circulam pelo Brasil.

Com o sucesso, não tardou para que Daniel Goleman se aprofundasse no assunto de inteligência emocional, compondo uma série de outros livros que, direta ou indiretamente, tratam do assunto. Casos de:

–  Trabalhando com a inteligência emocional, de 1998;

– Emoções Destrutivas e como dominá-las: um diálogo com Dalai Lama, de 2005;

– Inteligência social: o poder das relações humanas, de 2006;

– Inteligência ecológica: o impacto do que consumimos e as mudanças que podem melhorar o planeta, de 2009;

– Foco, de 2013;

– Liderança, de 2015.

Com isso, dá para ter uma boa perspectiva do quanto Daniel Goleman é participativo no meio — e o motivo pelo qual ele é tido como o “pai” da inteligência emocional.

Mas, caso você ainda busque mais informações sobre inteligência emocional, que tal dar uma conferida no vídeo abaixo, onde p Master Coach Paulo Vieira explora o seu conceito de maneira completa?

 

Agora, para darmos continuidade ao trabalho de Daniel Goleman, que tal vermos algumas das ideias disseminadas por ele?

Quais são as principais ideias de Goleman?

Usar o próprio cérebro e ter controle sobre as emoções são questões muito divulgadas, no trabalho de Daniel Goleman. Não à toa, são alguns dos pilares para o uso da inteligência emocional e o seu contínuo desenvolvimento.

Só que ele também explora essas ideias aplicadas de outras formas. Uma delas é a crítica do autor com relação à tecnologia.

Para Daniel Goleman, o uso exacerbado da tecnologia limita mais a interação humana e, consequentemente, a empatia que necessitamos para colocar as nossas emoções em ação. O distanciamento gerado é prejudicial para o desenvolvimento humano.

Além disso, ele também tem aprimorado o estudo na relação das pessoas com o próprio foco — tema, inclusive, de um dos seus livros mais recentes. Ele acredita que temos 3 focos:

– Interno: aquele associado às nossas próprias emoções;

– Externo: a atenção que dedicamos às outras pessoas;

– Empático: a percepção do mundo à nossa volta, e não só a atenção que damos a ele, mas o seu impacto e as consequências das nossas ações também.

Deu para entender o quanto isso está relacionado ao uso da inteligência emocional? São questões que se complementam, no fim das contas. Por isso, Goleman aponta que o foco é um exercício que deveríamos prestar constantemente para aprendermos como focar nossas emoções e nos desenvolvermos, assim, como seres humanos.

É justamente por conta de um assunto explorado em tantas vertentes que os conhecimentos de Daniel Goleman são amplamente difundidos e fonte de inspiração do maior treinamento de inteligência emocional do mundo: o Método CIS, de Paulo Vieira.

Quem já fez — e aprovou — com certeza encontra muitos dos conhecimentos científicos difundidos pelo “pai” da inteligência emocional — e cuja eficácia pode ser comprovada clicando aqui!

Como anda a sua inteligência emocional?

Antes de finalizar o artigo, gostaríamos de deixar algumas frases de Daniel Goleman para o seu conhecimento e apreciação. Dessa maneira, teremos um aprofundamento maior no que o autor pensa e como a inteligência emocional se relaciona com as suas ideias:

– “para o cérebro, simular um movimento é o mesmo que executá-lo, exceto pelo fato de a execução real ser bloqueada, de alguma forma”;

– “[…] o impulso é o veículo da emoção; a semente de todo impulso é um sentimento explodindo para expressar-se em ação. Os que estão à mercê dos impulsos – os que não têm autocontrole sofrem de uma deficiência moral. A capacidade de controlar os impulsos é a base da força de vontade e do caráter”;

– “se existem duas atitudes morais de que o nosso tempo necessita com urgência, elas são o autocontrole e o altruísmo.”

E então, você está em busca de mais inspiração e deseja saber como anda o seu coeficiente de inteligência emocional? Para auxiliar você nessa empreitada, aceite o nosso convite para realizar o teste de inteligência emocional da Febracis!

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